da Efe, em Los Angeles
O diretor Robert Rodríguez refilmará a saga de "O Predador", o monstro alienígena que enfrentou Arnold Schwarzenegger no longa-metragem de John McTiernan, em um projeto a cargo do estúdio Fox.
Divulgação
Schwarzenegger em cena de "O Predador", que ganhará nova versão para o cinema
Este, no entanto, não é o único filme que o cineasta produz. A imprensa americana destaca que Rodríguez também rodará a segunda parte de "Sin City", "The Jetsons" e "Nerverackers".
Outro longa a cargo do diretor, "Machete", cuja produção começará em junho em Austin, Texas, é o anti-herói mexicano, interpretado por Danny Trejo, que aparecia no falso trailer de "À Prova de Morte", o filme de Quentin Tarantino dividido em dois episódios.
O diretor ficou encarregado do roteiro, e dirigirá o filme ao lado de Ethan Maniquis, editor dos longas que produziu.
Além disso, Rodríguez também ficou responsável pelo texto de "O Predador", de 1987, ganhou uma sequência três anos depois, e, em "Aliens vs. Predador 2", o monstro trava um duelo com outra criatura igualmente famosa e destruidora.
A refilmagem de "O Predador", no entanto, não é a prioridade de Rodríguez, cuja agenda está totalmente ocupada por "Nerverackers", que tem estreia prevista para abril de 2010, e por "The Jetsons", para 2012.
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sábado, 25 de abril de 2009
Chances de recuperação de Dilma são "altíssimas", dizem médicos
Colaboração para a Folha Online
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) tem chances "altíssimas" de se curar totalmente do linfoma detectado há cerca de um mês, segundo a equipe médica do hospital Sírio-Libanês. O otimismo da equipe se justifica pelo fato de o linfoma ter sido detectado no estágio mais inicial da doença.
Segundo o oncologista Paulo Hoff, que acompanha o tratamento de Dilma, as chances são de mais de 90%. "São altíssimas. São de mais de 90%", afirmou.
Marlene Bergamo/Folha Imagem
Dilma faz tratamento contra linfoma e diz que não diminuirá ritmo de trabalho; ela chegou ao hospital acompanhada de Franklin Martins
A ministra deve ficar por quatro meses em tratamento com quimioterapia, para combater um linfoma (câncer no sistema linfático). Ela deve se submeter a sessões a cada três semanas, segundo a equipe médica do Hospital Sírio-Libanês.
De acordo com os médicos, a quimioterapia será feita por questão de segurança, como tratamento complementar para o linfoma do tipo B de grandes células. A ministra afirmou que há cerca de 30 dias, em uma tomografia feita durante um exame de rotina, foi detectado um nódulo de dois centímetros em sua axila esquerda, que já foi retirado.
Exames constataram que não havia outros focos da doença em seu organismo. "Os médicos me asseguraram que as consequências da quimioterapia não são problemáticas, que posso continuar com meu ritmo de trabalho", afirmou Dilma.
De acordo com a oncologista Yana Novis, não há uma regra específica para repouso em razão da quimioterapia. "Ela pode fazer a aplicação, que dura cerca de quatro horas, ir para a casa e trabalhar no dia seguinte", afirmou a médica.
A possibilidade de a ministra apresentar efeitos colaterais em função da quimioterapia são mínimos, de acordo com Novis. A ministra afirmou estar se sentindo "muito bem". "Essa é uma das coisas contraditórias dessa doença --não tem sintomas. Me sinto totalmente bem", afirmou. "Na vida de todos nós é normal ficarmos diante de problemas, de desafios, de opções. Esse é mais um desafio que eu terei na minha vida." Após a quimioterapia, a ministra Dilma continuará com seus exames regulares, como fazia anteriormente.
Dilma convocou a entrevista depois que a Folha informou com exclusividade neste sábado que a ministra passa por um tratamento prolongado de saúde no Sírio-Libanês.
Eleições
Dilma é pré-candidata do PT à Presidência da República nas eleições de 2010. A ministra tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Questionada sobre sua possível candidatura, Dilma voltou a dizer que "nem amarrada" confirma sua participação na disputa. Em outras duas ocasiões a ministra a ministra usou a mesma expressão para evitar a candidatura.
"Vou responder [a essa pergunta se é candidata a presidente da República em 2010], como respondi um dia desses durante o balanço do PAC [Plano de Aceleração do Crescimento]: nem amarrada eu respondo essa questão", disse a ministra, em entrevista ao programa "Bom Dia Brasil", da Rede Globo, no último dia 23 de março.
"Eu continuo nem amarrada respondendo a essa pergunta", afirmou Dilma hoje
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) tem chances "altíssimas" de se curar totalmente do linfoma detectado há cerca de um mês, segundo a equipe médica do hospital Sírio-Libanês. O otimismo da equipe se justifica pelo fato de o linfoma ter sido detectado no estágio mais inicial da doença.
Segundo o oncologista Paulo Hoff, que acompanha o tratamento de Dilma, as chances são de mais de 90%. "São altíssimas. São de mais de 90%", afirmou.
Marlene Bergamo/Folha Imagem
Dilma faz tratamento contra linfoma e diz que não diminuirá ritmo de trabalho; ela chegou ao hospital acompanhada de Franklin Martins
A ministra deve ficar por quatro meses em tratamento com quimioterapia, para combater um linfoma (câncer no sistema linfático). Ela deve se submeter a sessões a cada três semanas, segundo a equipe médica do Hospital Sírio-Libanês.
De acordo com os médicos, a quimioterapia será feita por questão de segurança, como tratamento complementar para o linfoma do tipo B de grandes células. A ministra afirmou que há cerca de 30 dias, em uma tomografia feita durante um exame de rotina, foi detectado um nódulo de dois centímetros em sua axila esquerda, que já foi retirado.
Exames constataram que não havia outros focos da doença em seu organismo. "Os médicos me asseguraram que as consequências da quimioterapia não são problemáticas, que posso continuar com meu ritmo de trabalho", afirmou Dilma.
De acordo com a oncologista Yana Novis, não há uma regra específica para repouso em razão da quimioterapia. "Ela pode fazer a aplicação, que dura cerca de quatro horas, ir para a casa e trabalhar no dia seguinte", afirmou a médica.
A possibilidade de a ministra apresentar efeitos colaterais em função da quimioterapia são mínimos, de acordo com Novis. A ministra afirmou estar se sentindo "muito bem". "Essa é uma das coisas contraditórias dessa doença --não tem sintomas. Me sinto totalmente bem", afirmou. "Na vida de todos nós é normal ficarmos diante de problemas, de desafios, de opções. Esse é mais um desafio que eu terei na minha vida." Após a quimioterapia, a ministra Dilma continuará com seus exames regulares, como fazia anteriormente.
Dilma convocou a entrevista depois que a Folha informou com exclusividade neste sábado que a ministra passa por um tratamento prolongado de saúde no Sírio-Libanês.
Eleições
Dilma é pré-candidata do PT à Presidência da República nas eleições de 2010. A ministra tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Questionada sobre sua possível candidatura, Dilma voltou a dizer que "nem amarrada" confirma sua participação na disputa. Em outras duas ocasiões a ministra a ministra usou a mesma expressão para evitar a candidatura.
"Vou responder [a essa pergunta se é candidata a presidente da República em 2010], como respondi um dia desses durante o balanço do PAC [Plano de Aceleração do Crescimento]: nem amarrada eu respondo essa questão", disse a ministra, em entrevista ao programa "Bom Dia Brasil", da Rede Globo, no último dia 23 de março.
"Eu continuo nem amarrada respondendo a essa pergunta", afirmou Dilma hoje
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Desemprego no Reino Unido registra maior nível desde 1997
O número de desempregados no Reino Unido chegou no trimestre encerrado em fevereiro a 2,1 milhões, o mais alto desde fevereiro de 1997, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo ONS (Escritório Nacional de Estatísticas, na sigla em inglês).
O dado inclui tanto as pessoas que se beneficiam do seguro desemprego como as que não, e equivale a 6,7% da força de trabalho do Reino Unido, contra 6,5% no trimestre até janeiro, segundo o ONS.
O número de desempregados entre os meses de dezembro e fevereiro subiu 177 mil pessoas, 9% a mais que entre setembro e novembro, o que representa o aumento trimestral mais forte desde 1991.
Enquanto isso, o número de pessoas que recebem o seguro desemprego aumentou em 73.700 no mês passado --a 13ª alta mensal consecutiva-- até alcançar 1,46 milhão de pessoas, o número mais alto desde setembro de 1997.
O dado inclui tanto as pessoas que se beneficiam do seguro desemprego como as que não, e equivale a 6,7% da força de trabalho do Reino Unido, contra 6,5% no trimestre até janeiro, segundo o ONS.
O número de desempregados entre os meses de dezembro e fevereiro subiu 177 mil pessoas, 9% a mais que entre setembro e novembro, o que representa o aumento trimestral mais forte desde 1991.
Enquanto isso, o número de pessoas que recebem o seguro desemprego aumentou em 73.700 no mês passado --a 13ª alta mensal consecutiva-- até alcançar 1,46 milhão de pessoas, o número mais alto desde setembro de 1997.
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